segunda-feira, 1 de dezembro de 2014

2º Caderno - Parte II





Reflexão: Que diferença faz?





Um homem sábio fazia um passeio pela praia, ao alvorecer.
Ao longe, avistou um rapaz que parecia dançar ao longo das ondas.
Ao se aproximar, percebeu que o jovem pegava estrelas do mar da areia e as atirava suavemente de volta à água.
E então o homem sábio lhe perguntou: - "O que você está fazendo?"
“O sol está subindo e a maré está baixando; se eu não as devolver ao mar, irão morrer...”
Mas, meu caro jovem, há quilômetros e quilômetros de praias cobertas de estrelas do mar...Você não vai conseguir fazer qualquer diferença."
O jovem se curvou, pegou mais uma estrela do mar e atirou-a carinhosamente de volta ao oceano, além da arrebentação das ondas.
E retrucou: - "Faz diferença para essa aí."

Autor desconhecido



Atividade II – Caderno II

Na plataforma do blog, na postagem anterior, você vai encontrar slides com o resumo dos conteúdos referentes ao caderno II com muitas interrogações sobre os nossos jovens enquanto sujeito do seu próprio processo juvenil, com valores e interesses que muitas vezes divergem com a escola e, consequentemente contribui para a formação de conflitos e imagens negativas entre alunos, professores, gestores, e toda comunidade escolar, além de comprometer o trabalho acadêmico da escola.

Mediante esse processo, a temática “O jovem como Sujeito do Ensino Médio” nos leva à reflexões, através de várias indagações. Aqui foram selecionadas algumas como:
- O que significa ser jovem hoje?
- Como construir novos relacionamentos entre professores e jovens?
- Como os jovens têm se expressado culturalmente?
- O que está por trás dos uniformes?
- O que é ser uma geração nascida na era da internet?
- Qual o diálogo entre o território do jovem e a escola?
- Como está a formação para o trabalho e a cidadania?
- Quais são as principais razões para a permanência e abandono do aluno na escola?
- As regras na escola têm sido impostas ou construídas?
- Se está diante de uma epidemia ou de violência ou quebra de regras e novas disciplinas?

Sabendo como se dá na realidade o convívio na escola e como esse contexto atual inviabiliza um trabalho com resultados positivos. A reflexão da semana é:

Como fazer a diferença e construir ações que possam ser socializadas com princípios educativos que mostre caminhos que facilitem a relação e a construção do conhecimento na escola de forma harmônica entre as diferentes gerações que habitam a escola, sabendo que os jovens vivem em um contexto histórico, social e cultural totalmente diferente do nosso?

Como abolir a frase “No meu tempo funcionava assim...” para “Diante da realidade, vai funcionar assim...”?




 






34 comentários:

Profª Macilda Sena disse...

Nos dias de hoje o olhar do professor deverá ser aguçado através das referências literárias e da observação da realidade circundante, para dessa forma identificar os interesses e necessidades dos jovens relacionadas ao mundo em que vivem. Dessa forma pode-se encontrar estratégias para construir conhecimentos que interessem aos jovens e que estejam ligados à sua cultura e ao seu universo. Em suma, permitir o acesso do jovem ao conhecimento e informação sem discriminar sua forma de comunicar e manifestar sua cultura.

Profº A.Apoliano disse...

A escola é um espaço de educação mediadora entre a família e a sociedade; desse modo, suas medidas comportamentais e disciplina precisam ser mais rígidas que as medidas familiares e menos rígidas que as da sociedade.

Na sala de aula ou em qualquer ambiente onde haja aprendizagem, a autoridade não pode ser confundida com autoritarismo. Estabelecer limites para os alunos não significa mostrar “quem manda”, mas prepará-los para a vida. É possível ter autoridade sem castigar ninguém. Trata-se, então, de ensinar os alunos a serem responsáveis pelo respeito e pelas regras em comum.

Iole Cutrim disse...

A educação no Brasil inteiro enfrenta dificuldades desde o principio,como sabemos nunca se priorizou os jovens.Na verdade a educação como obrigação faz com que o individuo se torne vitima do sistema,o desafio está em mudar essa visão e mostrar o verdadeiro sentido da educação.Acredito que a valorização dos jovens,enfatizando no dia a dia através de atividades que envolva sua realidade.O educador deve demonstrar interesse por esse aluno de maneira que ele sinta-se parte do conhecimento.A distância existente entre quem ensina e quem é ensinado é uma barreira que deve ser transposta,só assim teremos homogeneidade educacional.

Unknown disse...

ATIVIDADE II CADERNO II
“Imaginemos, que com nossas opiniões vamos mudar o que já está pré-estabelecido.”

RESPOSTA:
Como abolir a frase “No meu tempo funcionava assim...” para “Diante da realidade, vai funcionar assim...”?

Adequar os discentes a nova realidade pois eles sim continuam brincando do mesmo jeito, naquele tempo distraia-se na sala de aula com conversas, trotes, jogo da velha e até de “stop” . Hoje a distração encontrou apenas uma aliada a tecnologia, mas não mudou o contexto, trocou-se brincadeiras manuais por digitais.
O que mudou mesmo foi a realidade fora do ambiente escolar, ou seja, o mercado de trabalho, que tornou-se altamente competitivo.
Nos discentes nos preparamos e vivemos essa realidade, nos adequamos, pois se não fizéssemos isso estaríamos fora do mercado de trabalho, estaríamos ultrapassados, e aprendemos que pra estarmos aqui, no agora, no presente não é fácil, precisamos estudar, aprender continuamente.
Naquele tempo, brincava-se, mas não havia tanta competitividade, “aqui ou ali”, encontrava-se nosso espaço. Conseguia-se galgar um porto seguro nesse mundo.
O que realmente não mudou, ou melhor, a maioria dos discentes, dos jovens, criaram um bloqueio pessoal para não enxergarem a realidade como ela é atualmente, sem maquiagem, pois ela é trabalhosa e precisa-se de empenho, dedicação, para se sobressair-se nela.
Ou seja, no mundo de hoje, a realidade não deixa espaço, tempo, para brincadeiras, pois a competitividade, a concorrência está esperando você em cada esquina.
Logo, para funcionar a educação atualmente é necessário uma ação de conscientização com os discentes, jovens, maciça, sobre a realidade do mundo atual, sobre competitividade e a necessidade de aprimoramento, de sermos melhores a cada dia que se inicia.
Quando os discentes, os jovens, e porque não as crianças, estiverem de fato conscientes da realidade lá fora, do mercado competitivo e de suas possibilidades futuras, qualquer planejamento educacional dará certo, mas se eles não estiverem conscientizados da necessidade de pensar no futuro, no seu futuro, e como planejar sua jornada, então, nenhum planejamento trará resultados positivos.
edmilson100@bol.com.br
edmilfrazao@gmail.com
de

Unknown disse...

ATIVIDADE II CADERNO II
“Imaginemos, que com nossas opiniões vamos mudar o que já está pré-estabelecido.”

RESPOSTA:
Como abolir a frase “No meu tempo funcionava assim...” para “Diante da realidade, vai funcionar assim...”?

Adequar os discentes a nova realidade pois eles sim continuam brincando do mesmo jeito, naquele tempo distraia-se na sala de aula com conversas, trotes, jogo da velha e até de “stop” . Hoje a distração encontrou apenas uma aliada a tecnologia, mas não mudou o contexto, trocou-se brincadeiras manuais por digitais.
O que mudou mesmo foi a realidade fora do ambiente escolar, ou seja, o mercado de trabalho, que tornou-se altamente competitivo.
Nos discentes nos preparamos e vivemos essa realidade, nos adequamos, pois se não fizéssemos isso estaríamos fora do mercado de trabalho, estaríamos ultrapassados, e aprendemos que pra estarmos aqui, no agora, no presente não é fácil, precisamos estudar, aprender continuamente.
Naquele tempo, brincava-se, mas não havia tanta competitividade, “aqui ou ali”, encontrava-se nosso espaço. Conseguia-se galgar um porto seguro nesse mundo.
O que realmente não mudou, ou melhor, a maioria dos discentes, dos jovens, criaram um bloqueio pessoal para não enxergarem a realidade como ela é atualmente, sem maquiagem, pois ela é trabalhosa e precisa-se de empenho, dedicação, para se sobressair-se nela.
Ou seja, no mundo de hoje, a realidade não deixa espaço, tempo, para brincadeiras, pois a competitividade, a concorrência está esperando você em cada esquina.
Logo, para funcionar a educação atualmente é necessário uma ação de conscientização com os discentes, jovens, maciça, sobre a realidade do mundo atual, sobre competitividade e a necessidade de aprimoramento, de sermos melhores a cada dia que se inicia.
Quando os discentes, os jovens, e porque não as crianças, estiverem de fato conscientes da realidade lá fora, do mercado competitivo e de suas possibilidades futuras, qualquer planejamento educacional dará certo, mas se eles não estiverem conscientizados da necessidade de pensar no futuro, no seu futuro, e como planejar sua jornada, então, nenhum planejamento trará resultados positivos.
edmilson100@bol.com.br
edmilfrazao@gmail.com
de

Anônimo disse...

No Ambiente Escolar, convivem sujeitos com diferentes concepções de educação, visão de mundo, culturas, valores, etc. E é esse convívio que faz da escola uma instituição complexa, contraditória e muitas das vezes geradora de conflitos.
O ponto de partida para que haja harmonia entre as diversas gerações que habitam a escola, é o diálogo, o respeito ás diferenças individuais, a aceitação das diversidades e a valorização de todos da mesma forma e com o mesmo peso.
Precisamos considerar as inquietações de cada fase do desenvolvimento humano, conhecer os sujeitos com os quais trabalhamos e o contexto histórico, social e cultural no qual estão inseridos. É preciso estabelecer uma relação de confiança e não de "poder", o diálogo e não a imposição de ideologias, valores, regras, etc.
No entanto, para que esse processo se concretize de forma satisfatória e equilibrada, torna-se necessário superarmos as representações negativas acerca das "novas gerações" e abolirmos frases do tipo " no meu tempo funcionava assim".
Os jovens precisam ser percebidos como "sujeitos, a partir de suas identidades culturais, seus gostos e valores e não apenas como objetos de nossas intenções".
Dessa forma, é preciso ampliar a práxis pedagógica, através de ações integradas, pensadas e construídas coletivamente, que estimulem a autonomia dos nossos alunos, fazendo com que eles acreditem em si mesmos e nas suas potencialidades, orientando-os na construção de um projeto de vida que viabilize resultados positivos.
Loysianne Nascimento

Unknown disse...

“Imaginemos, que com nossas opiniões vamos mudar o que já está pré-estabelecido.”

RESPOSTA:
Como abolir a frase “No meu tempo funcionava assim...” para “Diante da realidade, vai funcionar assim...”?
OBS: CORREÇÔES CONTEXTUAIS
Adequar os discentes a nova realidade pois eles sim continuam brincando do mesmo jeito, naquele tempo distraia-se na sala de aula com conversas, trotes, jogo da velha e até de “stop” . Hoje a distração encontrou apenas uma aliada a tecnologia, mas não mudou o contexto, trocou-se brincadeiras manuais por digitais.
O que mudou mesmo foi a realidade fora do ambiente escolar, ou seja, o mercado de trabalho, que tornou-se altamente competitivo.
Nos docentes nos preparamos e vivemos essa realidade, nos adequamos, pois se não fizéssemos isso estaríamos fora do mercado de trabalho, estaríamos ultrapassados, e aprendemos que pra estarmos aqui, no agora, no presente não é fácil, precisamos estudar, aprender continuamente.
Naquele tempo, brincava-se, mas não havia tanta competitividade, “aqui ou ali”, encontrava-se nosso espaço. Conseguia-se galgar um porto seguro nesse mundo.
A maioria dos discentes, jovens, não conseguem ou não querem, criaram um bloqueio pessoal, enxergar a realidade como ela é atualmente, sem maquiagem, pois ela é trabalhosa e precisa-se de empenho, dedicação, para se sobressair-se nela. E é o que muitos discentes, jovens, não tem, dedicação e força de vontade para serem resilientes.
Ou seja, no mundo de hoje, a realidade não deixa espaço, tempo, para brincadeiras, pois a competitividade, a concorrência está esperando você em cada esquina.
Logo, para funcionar a educação atualmente é necessário uma ação de conscientização com os discentes, jovens, maciça, sobre a realidade do mundo atual, sobre competitividade e a necessidade de aprimoramento, de sermos melhores a cada dia que se inicia.
Quando os discentes, os jovens, e porque não as crianças, estiverem de fato conscientes da realidade lá fora, do mercado competitivo e de suas possibilidades futuras, qualquer planejamento educacional dará certo, mas se eles não estiverem conscientizados da necessidade de pensar no futuro, no seu futuro, e como planejar sua jornada, então, nenhum planejamento trará resultados positivos.
edmilson100@bol.com.br
edmilfrazao@gmail.com

Unknown disse...

Primeiramente devemos parar comparações entre épocas, pois cada uma tem as suas particularidades, que foram e são vividas em cada momento da história.
Em seguida, devemos compreender o nosso estudante como síntese de múltiplas determinações, que, os tornam seres únicos e diferentes entre si.
A partir dessa concepção, faz-se necessário, provocar o senso investigativo do mesmo, fomentando neles o senso de pesquisa.
Além do mais, precisamos quebrar o paradigma que a aula dada nesse ano tem que ser a mesma durante anos. Cada momento é único e composto de suas particularidades. Devemos ser mais propensos a buscar maior variedade de estratégias para que o aprendizado discente ocorra, caso contrário, continuaremos a ensinar, mas o aluno continuará a não aprender, não podemos esquecer que ensino e aprendizagem tem que caminhar juntos, e para que isso ocorra, necessitamos buscar cada vez mais novas estratégias para que o aluno aprenda.
Estamos diante da questão: Ou mudamos nossas estratégias possibilitando o aprendizado, não o ensino, ou não haverá mudança pela educação.
Reginaldo Júnior

Anônimo disse...

O jovem atualmente é aquele que vive mais envolvido com a tecnologia do que com a própria escolar. Não devemos procurar culpados e sim trabalharmos com este jovem os pontos positivos e negativos.Oferecendo oportunidades iguais, para que ninguém sinta-se marginalizado e ofendido . em suma permitir a ele conhecimento que valorize a sua cultura e o meio em que vive. Servindo de exemplo para sua comunidade.E o professor deve ser mais amigo do aluno do que repressor na sala de aula, estabelecendo limites e disciplina durante o seu convívio com o aluno na escola.Vamos impor limites sem castigá-los e só assim teremos resultados positivos

Anônimo disse...

Estes últimos comentários são da professora Piedade

Unknown disse...

Nos dias de hoje da geração Geek, assíduos por tecnologia, os jovens querem aula mais interativa e dinâmica com a realidade deles, desta forma, não adianta preparar aquela mesma aula expositiva (chata), que não estimula o interesse do aluno, ele não vai dar a atenção devida. Na hora das avaliações, o resultado são notas baixas Seria interessante mudarmos nossas aulas e até nossas avaliações.
.O jovem necessita de estímulos para isso seria muito útil a inserção de jogos de informática com alguns temas trabalhados, pratica essa possível ser realizada no laboratório de informática, ou a utilização de aplicativos específicos da matéria, este aplicativos pode ser instalado no celular dos alunos. Também podemos pedir para que eles criem jogos interativos, de cartas, damas, bingos, na formulação de jornais ou quadrinhos.

Referências
geração Geek Acesso em 04 de dez de 2014

joselia disse...

Acredito que esse caminho,apesar de todos os esforços de alguns de alguns educadores,não sera fácil,pois ainda temos educadores totalmente analfabetos tecnologicamente, não foi feito um trabalho amplo e qualitativo para o preparo desses profissionais, e isto é uma grande barreira entre professor, aluno , ensino e aprendizagem.acho que devem investir mais um pouco na preparação do professor, não só entregar a cada um um tablet, com partes incompletas para funcionar ,deixando a critério do professor a compra dos acessórios necessários para o perfeito funcionamento em sala de aula, acessórios estes que alguns professores não sabem nem onde encontrar e muito menos como utilizar.muito diferente da realidade de nossos alunos que vivem quase que 24 horas por dia conectados, conhecem as máquinas ,os programas e tudo que diz respeito à tecnologia, enquanto nós vamos ficando pra traz e enquanto o professor não for realmente inserido por completo nesse novo contexto tecnológico, vai ficar difícil mudarmos a frase:"No meu tempo funcionava assim..." para "Diante da realidade , vai funcionar assim..."?

Marlise Feitosa disse...

Muitos problemas que envolvem a relação professor-aluno do ensino médio poderão ser amenizados através do diálogo, através do respeito que cada grupo deve ter por todas as pessoas e por seus posicionamentos diante da vida, tanto a vida pessoal quanto a convivência no interior da escola.
Os professores deverão refletir a respeito dos conflitos que permeiam a relação professor-jovem do ensino médio. Algo que vem causando muitos conflitos na sala de aula é o uso do aparelho celular. Isso vem ocorrendo há bastante tempo, sem que ninguém resolva o problema. O jovem, por sua vez, não consegue afastar-se do objeto causador dos conflitos.
Refletindo a respeito desse "conflito", creio que uma das ações que amenizaria o embate seria o planejamento de atividades de pesquisas via internet do próprio celular do aluno, na sala de aula. Dessa forma o aluno entenderia que o celular possui inúmeras funções que podem contribuir para melhorar o seu desempenho em todas as disciplinas e para desenvolver seu nível cultural, a partir de informações encontradas em vários sites de todas as áreas do conhecimento.

Unknown disse...

As duas últimas décadas do século XX nos colocam na Era da Informática, na sociedade do conhecimento. Essa sociedade que já foi oral, escrita, passou a ser digital. Por isso como compertir com as redes sociais?
Incentivar a participação ativa do jovem em sociedade através de tarefas que estimulam suas competências e habilidades, abordando com isso, a realidade cotidiana do discente, tratando de assuntos que fazem parte do seu dia a dia, através de atividades em grupos ou individuais, sobre questões ligadas ás idéias e inquietações dos juvenis, torna-os protagonista de sua história.
Portanto tornar o jovem capaz, competitivo e empregável ė tarefa que a família, a escola e a sociedade não podem fazer sozinhos, pois implica um processo que só ele pode operar: O processo de aprender e produzir conhecimento.

Vânia disse...

O jovem de hoje, como em todas as outras etapas da educação, está inserido em um convívio social. Isso, implicar em aprender a viver em sociedade, aprender a desfrutar da sua liberdade individual, respeitando os limites necessários ao relacionamento com os outros indivíduos. Nunca houve tantos recursos tecnológicos à disposição da educação e dos jovens, mas também, nunca se teve notícia de tantas agressões praticadas por alunos no ambiente escolar. Isso, parece ser um reflexo da suas experiências fora da escola. Uma das opções para ajudar a esses jovens é ajuda-lo aprender em um ambiente coletivo com respeito ao próximo para que ele possa perceber a verdadeira importância do processo de aprendizagem no ambiente escolar. Sem esse fator vai continuar existindo professores tentando ensinar valores que os alunos vêem como uma ofensa a sua individualidade.

Fátima Farias disse...

Os jovens por estarem em processo de mudança tanto comportamental quanto em relação ao corpo têm, às vezes, atitudes que prejudicam o andamento das aulas. Por isso é preciso conhecer e respeitar as mudanças que ocorrem na adolescência, para assim ganhar a confiança da turma. Outro ponto importante é aproximar o conteúdo escolar do cotidiano dos estudantes, ou pelo menos problematizá-los de forma que os mesmos se vejam no contexto.
Esses comportamentos agressivos também não são comuns a todos – ou pelo menos não o tempo todo – alguns adolescentes são bem fáceis de lidar, neste caso eles podem funcionar como uma ponte para melhorar o relacionamento com os demais colegas, uma vez que entendem melhor a cabeça deles.
Segundo Meire Cavalcante, “A culpa é dos hormônios.” Até há bem pouco tempo, a indisciplina e o comportamento emocionalmente instável dos adolescentes eram atribuídos à explosão hormonal típica da idade.
Pesquisas recentes mostram, no entanto, que essa não é a única explicação para a agressividade, a rebeldia e a falta de interesse pelas aulas, que tanto preocupam pais e professores. Nessa fase, o cérebro também passa por um processo delicado, antes desconhecido: as conexões entre os neurônios se desfazem para que surjam novas. (...) o cérebro se “desmonta”, reorganiza as partes e em seguida se “monta” novamente, de forma definitiva para a vida adulta.
Entre 13 e 19 anos, é comum os jovens apresentarem reações e comportamentos que independem da vontade deles. Portanto, nem sempre palavras ditas de maneira agressiva ou arrogante são fruto da falta de educação. Para quem convive diariamente com turmas dessa faixa etária – que ora parecem estar no mundo da lua, ora com pane no sistema – e quer conquistá-las, a saída é agir de forma firme, mas respeitosa”.
Todos vivemos na mesma época, portanto ter nascido alguns anos atrás não faz de nós professores retrógrados e aversos às novidades. Tanto os adolescentes quanto os professores estão em processo de construção e mudança comportamental, a diferença é a experiência do professor, o que faz com que nós, muitas vezes, deixemos de lado algumas atitudes mais agressivas dos alunos.
Isso acontece porque entendermos como tudo funciona, afinal já fomos adolescentes, agora só estamos um pouco mais crescidinhos!

Fonte: . Acesso em: Dez. 2014.

Unknown disse...

Eu acredito que para abolir a frase “No meu tempo funcionava assim...” para “Diante da realidade, vai funcionar assim...”?, é preciso que nós educadores não continuemos a viver "no nosso tempo", como se para nós as coisas não tivessem evoluído, não é necessário que sejamos jovens em idade para estarmos inseridos no mundo atual. Se nós não nos atualizarmos e não evoluirmos junto com o mundo, as novas tecnologias e tudo que há hoje e não havia no tempo em que éramos jovens, jamais iremos entender o que se passa na cabeça dos jovens de hoje e também não iremos saber o que eles necessitam de verdade para se desenvolverem de forma integral. Então eu sinto que precisamos nos inserir nesse mundo que é novo se pensarmos como quando éramos estudantes, mas na verdade este mundo novo é o nosso mundo, esse tempo agora também é nosso, pois vivemos nele e o que passou e o que vivemos nos serve agora de lições e de experiências que devemos transmitir aos jovens de hoje a fim de conduzirmos melhor a nossa prática educacional. Só compreendendo o mundo atual e as necessidades dos nossos alunos é que poderemos criar um ambiente escolar propício ao desenvolvimento integral do educando. É um desafio para todos nós transformar a escola que para muitos alunos parece monótona e desinteressante em um ambiente instigante, desafiador e interessante, na qual os alunos possam se sentir parte integrante da mesma, desenvolvendo seus potenciais e descobrindo um mundo de conhecimentos que podem levá-los a construir um futuro melhor. Mas isso só será possível a partir do momento em que os alunos encontrem um sentido e entendam o objetivo real de tudo o que eles vivenciam no ambiente escolar.

Vanda Gomes disse...

Não sou a favor de abolir a frase " No meu tempo funcionava assim...". Sou a favor de utilizar esta frase para mostrar para os alunos as diferenças de épocas, a realidade do que era no passado, e continuar a frase "...mas hoje de acordo com a realidade deve ou pode funcionar desta forma". Sou a favor também do professor que acredita que a forma de ministrar as aulas, não somente utilizando as novas tecnologias como também técnicas de diálogos, de interação entre os assuntos e a realidade atual pode motivar o aluno e consequentemente ajudá-lo na aprendizagem.
Vanda Gomes.

Terezinha disse...

Terezinha

A escola e seus professores têm o desafio de compreender o “ser jovem” no contexto das transformações sociais contemporâneas e da diversidade de caminhos existentes para a vivência do tempo de juventude.
Na escola o professor antigamente era detentor do conhecimento, hoje deve atuar como mediador de forma que os alunos aprendam os saberes escolares em interação com o outro, e não apenas receber passivamente. É dessa forma, que o docente contribuirá para que o aluno desenvolva o senso crítico e possa cada vez mais participar ativamente de sua “prática social” atuando como sujeito em meio à sociedade. Desse modo, cabe ao professor colocar-se como ponte entre aluno e conhecimento e cabe ao aluno participar ativamente desse processo. O professor precisa sempre, a cada dia, renovar sua prática pedagógica para da melhor maneira, atender a seus alunos.

blogger da glorita disse...

Sabemos que os jovens passam por muitos desafios e um deles é a permanência na escola. A escola é tida como chata, e para que seja realmente um espaço de vivencia, é necessário que essa escola se transforme em um espaço acolhedor, onde esse jovem se sinta bem, e não a veja como uma obrigação imposta pelos pais. É necessário que haja diálogo entre comunidade escolar e esses jovens que vivem em contextos histórico, social e cultural totalmente diferente no sentido de conhecê-lo e ganhar sua confiança. Devemos desfazer a barreira que ainda existe entre gestão professores, e alunos.

vivaldo disse...

Quando penso na complexidade de elementos que interferem na realidade dos jovens,não deixo de arrazoar que nesse trem somos todos passageiros, pior,descemos em paradas diferentes.A paisagem,o cenário que cada um enfrenta é mais diferente ainda.

MÁRCIO CJF disse...

Ser jovem atualmente é se deparar com uma quantidade de informações que circulam e se reinventam numa velocidade absurda, ser jovem é ainda encontrar barreiras em modelos pré determinados por padrões arcaicos e institucionalizados. A condição de jovem hoje também nos remete a transformações e rupturas que, em muitos casos, são necessárias.
Nesse contexto, a troca de experiências, sem hierarquia de ideias ou ideais, parece um caminho virtuoso em busca da construção das relações entre professores e jovens alunos; deve-se levar em consideração que as novas gerações tem seu modo de expressão cultural distinto do era a alguns anos atrás.O jeito de vestir-se, de falar, de ser precoce em relação a questões sexuais são marcas dos nossos jovens, que geralmente não agradam a gerações passadas, mas isso se torna cíclico ao passo que a minha ou a sua geração também incomodavam as gerações anteriores com um comportamento taxado de rebelde.
Quando pensamos em uma grande marca ou característica das ultimas gerações, logo associamos a internet. Este meio de comunicação faz parte do cotidiano dos nossos jovens, parece que estão trocando as relações sociais antes com encontros reais e físicos consolidados em determinadas categorias como religião,esporte,escola, clubes etc, por encontros virtuais onde a privacidade torna-se cada vez menos assegurada. Talvez até não exista essa troca, mas as relações virtuais de comunicação estão dominando a vida dos jovens de forma assombrosa e isso reflete diretamente no ambiente escolar que não está condizente ainda com a realidade das novas tecnologias, não conseguimos nem resolver problemas tratados com "pragas", que estão relacionados com a internet e o fluxo de informações, como o uso de celulares em sala de aula, atitude comum entre os jovens na atualidade que geralmente atrapalha a aula e torna o professor obsoleto dentro da sala, já que a aula concorre injustamente com as informações acessadas nos celulares. Mas o que fazer quando um aluno invés de copiar a aula, fotografa o quadro com a câmera do seu celular, armazenando rapidamente as informações escritas pelo professor e as usa para estudar em casa? diante da rapidez e o tempo pedagógico curto será justo impedir tal atitude dos alunos? No mínimo questionável. O certo é que o ambiente escolar não tem muitos atrativos, a mesmice impera e o tradicionalismo acompanha, em raros casos a escola se mostra atual e moderna (e não estamos falando de estrutura e sim de concepções pedagógicas de ensino). Quase tudo na escola, quando o foco é o aluno, inclusive as regras de convivência são feitas de forma unilateral, onde parece que só um lado tem direitos e o outro muitos deveres;aí ficamos procurando as causas do abandono, distanciamento entre escola ideal e aluno configurada em estatísticas que atribuo a uma pedagogia inversa que seria um método de fortalecimento e premiação dos bons, dos melhores, dos depósitos de conteúdos e o super enfraquecimento dos que mais precisam. Um exemplo prático:
Haverá um passeio a um museu na cidade e de cada turma só poderá ir cinco alunos, adivinhem quais serão selecionados?
Fazer com que os alunos participem do processo de construção da educação, seja na eleição de conteúdos ou mesmo em decisões administrativas do cotidiano escolar se torna essencial a medida em que assumem uma responsabilidade antes exclusivas da gestão e dos docentes, além disso foca o ensino no aluno e permite o dialogo para solução de conflitos com professores e gestores. Desse modo a escola tem que oferecer mais mecanismos que permitam ou possibilitem ao jovem ser agente transformador através do conhecimento e de valores.

vivaldo Pantaleão Cordeiro disse...

O Ensino Médio mesmo não sendo a totalidade,tem na sua clientela a maioria de jovens.Clientela esta que pretende-se que assuma atitude de sujeito,protagonista na consecução de sua formação cidadã.Nessa perspectiva o professor é peça chave,centra-se nele a responsabilidade maior da mediação significativa com o escopo de possibilitar aos jovens o pleito de atuar com sujeitos,estudantes e não apenas alunos,só mais um na estatística;para dessa forma habitar de fato nos arraiais do Ensino Médio.Esse projeto no entanto não fará milagres sem a execução de políticas públicas voltadas para a educação básica,sem as amarras das elites econômicas e políticas que teimam em ditar o papel social da educação.Os trabalhadores da educação precisam também ser sujeitos.Gestores e professores precisam de autonomia,pois só assim poderão de forma eficaz construir novos relacionamentos e consequentemente mais espaços,afetividade e confiança,o que oportunizará aos jovens mais liberdade nas suas demandas e anseios de forma mais natural e confiante.Quando se fala que os jovens habitam o Ensino Médio,entendo querer-se dizer que esse espaço transpõe o ambiente escolar,permeando o familiar e até o comunitário.Vale perguntar, como o professor vai chegar lá,no "habitat"natural desses jovens?Sem esse caminhar,não conhecerá como se formam os valores,os heróis,enfim,o território daqueles que pretende mediar.Nesse cenário,o professor com jornada de trabalho estressante,sem tempo nem pra sua formação pouco poderá fazer no sentido de possibilitar a "seus" jovens uma boa formação para o trabalho e cidadania.
No ambiente escolar com a sonhada autonomia e algum apoio logístico e financeiro pode-se sugerir:Espaços informais de leitura:Revistas em quadrinhos,jornais local,revistas semanais ou mensais que tratem de informática,saúde e até futebol;
-Alternativas para o uso do celular de forma mais proveitosa,incentivando concursos de vídeos,pesquisa em grupo e até avaliações On line.
-Elaboração de de horários alternativos para conversas informais com os jovens,sem agenda prévia.
-Conversas entre professores para troca de experiências exitosas,sem ranço,lógico.
-Tentar resgatar a influência da família na formação dos filhos.
-Fazer acordos no início de cada ano letivo com os alunos sobre o proceder no ambiente escolar e com isso construir-se uma autoridade pedagógica,fugindo do autoritarismo.
finaliza-se enfatizando que não basta preparar o jovem para o mercado emergente(exercer função)ou para passar no ENEM.Na verdadeira formação,o jovem deverá ser sempre o protagonista na construção e no exercício da cidadania.

Anônimo disse...

Fazer a diferença é surpreender positivamente as pessoas, fazendo "algo mais" que não era esperado, e de alguma forma superando as expectativas. Fazer a diferença significa "encantar" as pessoas, criando aquele ambiente mágico em que as pessoas podem dizer: "para mim, naquele momento, naquele local, você fez a diferença!". Nós reconhecemos instantâneamente alguém que faz a diferença: pode ser um vendedor na loja, um garçon, um cobrador de onibus, um guarda de estacionamento, um colega de trabalho, um líder inspirador.
Para fazermos a diferença é preciso desenvolver nossa maestria pessoal e profissional: precisamos ser competentes e termos poder pessoal.
precisamos ser competentes para fazermos a diferença. Isso quer dizer que devemos ter conhecimentos e habilidades, adquiridas pela prática, pelos estudos, pelo treino, pela experiência de vida; e também motivação, ou seja, o estímulo, a vontade de fazer a diferença. A competência é a filha do conhecimento e da motivação.
Fazer a diferença está ao alcance de todos nós. Fazer a diferença é uma atitude, é um estado de espírito e decorre de uma decisão pessoal: eu quero fazer uma positiva diferença para mim mesmo e para as pessoas.

Lucélia Nilma.

Sandra disse...

Os jovens continuam destemidos, com a sensação de perenidade, mas estão em um mundo muito violento e acham isso muito “normal”. Em alguns esse comportamento gera um conformismo, em outros a inversão de valores e tem aqueles que ainda pensam em um futuro melhor.
- Como construir novos relacionamentos entre professores e jovens?
Não chega se uma das tarefas de Hércules, mas fácil também não é. Precisa de uma predisposição para ouvir o outro sem a competição de quem é o mais inteligente. Diria que a palavra-chave é confiança. Só desta forma o dialogo se estabelecerá.
- Como os jovens têm se expressado culturalmente?
A forma de mostrar suas ideias sempre esteve pautado na sua realidade imediata, conhecida e vivida, então, atualmente a violência foi banalizada, toda forma expressiva permitida, o corpo, a sexualidade em destaque, gera por um lado informações benéficas da aceitação de si mesmo e dos outros e por outro uma grotesca representação do uso da liberdade. Onde ser livre signifique poder humilhar uma pessoa publicamente pelas redes sociais.
- O que está por trás dos uniformes?
Muitas vidas. Estão tentando ser mais descobrir mais. E nem sempre o que encontram é tão agradável quanto eles queriam e nós gostaríamos
- O que é ser uma geração nascida na era da internet?
Conectada, interligada e ao mesmo tempo isolada dentro dos seus facebook e etc. Apesar de terem a capacidade de conhecer mais através das redes sociais muitos deles estão preocupado se algo “viral”, em outras palavras continuam querendo o sucesso e a fama entre os seus....
- Qual o diálogo entre o território do jovem e a escola?
Não é muito grande, se pensamos nas dúvidas que cada jovem tem e do tão pouco tempo a escola tem para executar as suas “atividades” corriqueiras.
- Como está a formação para o trabalho e a cidadania?
Acho que para o trabalho é boa tendo em vista o muitos programas destinado a esse fim, mas pra a cidadania ainda está regular.
- Quais são as principais razões para a permanência e abandono do aluno na escola?
Falta de interesses, emprego em horário incompatível com o escudo, cansaço, desestímulo...
- As regras na escola têm sido impostas ou construídas?
Na maioria das vezes impostas
- Se está diante de uma epidemia ou de violência ou quebra de regras e novas disciplinas?
De violência, do abuso de não querer entender o direito dos outros.
Como fazer a diferença e construir ações que possam ser socializadas com princípios educativos que mostre caminhos que facilitem a relação e a construção do conhecimento na escola de forma harmônica entre as diferentes gerações que habitam a escola, sabendo que os jovens vivem em um contexto histórico, social e cultural totalmente diferente do nosso?
Cabe a escola resgatar o seu papel socializador dinamizador de todas as formas de expressão e dar a sua contribuição na formação da personalidade do aluno, ao torná-lo mais sensível, crítico e criador. Educando-o em todas as dimensões do corpo, mente e sentimento. Com uma proposta pedagógica voltada para ampliação do universo cultural e da consciência dos alunos. Juntando-se a isso, professores competentes, dirigentes, consciencioso de sua função de educador e comprometido com a educação, de modo geral.

Ligia Pinheiro disse...

Vivemos hoje na área das comunicações online e consequentemente não seria diferente nos meios escolares. Para está geração tudo é muito fugaz ate os relacionamentos pessoais, com tudo pensamos que tal rapidez nas comunicações torna tudo mais descartável ate o aprender mais não devemos acreditar que todo esse aparato tecnológico venha suprimir os relacionamentos pessoais ou sociais, pois nos dias de hoje ainda precisamos andar de mãos dadas com o conhecimento acumulado por antigas gerações.
Para isso devemos respeitar o novo, as diferenças étnicos raciais e religiosas de cada um, usar o desenvolvimento tecnológico como um instrumento para a educação e saber usa-lo para este fim.

SeuRiba disse...

Resposta de SeuRiba.
Um caminho possível para se estabelecer uma “harmonia entre as diferentes gerações”, deve priorizar o dialogo criando espaços para o aprendizado dos conteúdos cientificamente estabelecidos e as manifestações culturais dos alunos com atividades que favoreçam a apresentação dos talentos individuais e coletivos dos alunos. Como coloca Guimarães Rosa, “professor não é que ensina, mas quem de repente aprende”, ou seja, temos que também aprender com os conhecimentos dos alunos.
Atualmente no Cem II, temos alunas e alunas, bailarina, artesões, músicos, praticantes de lutas marciais, etc , que poderiam apresentar suas habilidades e conhecimentos e poderíamos apresentar o resultado do aprendizado em sala através de meios que promovessem a demonstração e interesse dos alunos no conhecimento cientifico, sempre procurando contribuir para a formação de um cidadão critico e participativo da sua comunidade.

Anônimo disse...

Se nós fizermos uma comparação com a escola pública de anos atrás, fica bem visível que a quantidade de recursos era bem inferior e mesmo assim a qualidade do ensino e do aprendizado dos alunos no tocante ao interesse é com certeza bem superior aos dos dias atuais. A educação é o ponto básico para estruturar toda uma sociedade, sabemos que só por meio dessa podemos mudar nossa realidade cultural e social. Mas apesar dos esforços das pessoas realmente interessadas em fazer uma educação de qualidade nesse país estamos muito distantes ainda de conseguir atingir o nosso objetivo. GLAUBERT F SATOS

Anônimo disse...

Se nós fizermos uma comparação com a escola pública de anos atrás, fica bem visível que a quantidade de recursos era bem inferior e mesmo assim a qualidade do ensino e do aprendizado dos alunos no tocante ao interesse é com certeza bem superior aos dos dias atuais. A educação é o ponto básico para estruturar toda uma sociedade, sabemos que só por meio dessa podemos mudar nossa realidade cultural e social. Mas apesar dos esforços das pessoas realmente interessadas em fazer uma educação de qualidade nesse país estamos muito distantes ainda de conseguir atingir o nosso objetivo. GLAUBERT FREITAS SANTOS

Unknown disse...

Não da para ter uma visão retrograda, quando na nossa sociedade tudo é baseado em novas tecnologias, ate a própria forma como estamos participando desse curso já nos mostra isso. Baseado nessas tecnologias não é de esperar que nossos alunos também não tenham essa nova visão de mundo. E acredito que a boa utilização desses recursos nos ajuda a entrar nesse mundo que nossos alunos convivem.
Na minha visão eu entendo que os nossos alunos por fazerem parte de uma variedade muito grande de realidades, ainda não perceberam ou tem dificuldade de entender a importância que a educação tem. E essa realidade baseada na informação rápida e sem critérios que os celulares e internet proporciona aos alunos, faz com que eles se distanciem daquilo que realmente pode ser usado por nós educadores na formação qualificada desses estudantes.
Mas temos que ter cautela porque nem todos os alunos tem o mesmo tipo de acesso a essas tecnologias e mesmo aqueles que têm esse acesso, tem a necessidade da boa orientação para aquilo que realmente pode ser usado no seu aprendizado. E é nesse ponto que entra o papel do professor de ser um orientador, para ao invés de deixar essa ferramenta ser uma barreira ao aprendizado, utilizar essas tecnologias para ser uma forma de aproximação entre educador e educando.
O choque de realidade de gerações não deve ser levado ao extremo, acredito que nós podemos utilizar essas tecnologias para o beneficio do processo de aprendizagem, e se bem utilizadas pode ate desempenhar um papel de maior interesse e participação dos alunos no processo de aprendizagem.

Anônimo disse...

SER JOVEM HOJE EM DIA,É MUITO DIFERENTE DE JOVEM NA ÉPOCA DE NOSSOS PAIS E DE NOSSOS AVÓS.O MUNDO MUDOU ,E MUITAS COISAS QUE EXISTIAM HOJE JÁ NÃO EXISTE MAIS.O QUE ERA MODA,HOJE NÃO É MAIS.O QUE ERA SUCESSO ,HOJE É UM CLÁSSICO.O MUNDO DE HOJE É MAIS RÁPIDO´E MAIS TECNOLÓGICO,É TODO DIGITAL.
O RELACIONAMENTO ENTRE PROFESSOR E ALUNO ESTA ULTRAPASSADO,E O ANTIGO AUTORITARISMO NÃO SE ENCAIXA EM NOSSOS PADRÕES DE SOCIEDADE ATUAL.E,SE ESTAMOS NO MUNDO VIVENDO E CONVIVENDO SOCIALMENTE, É NECESSÁRIO TRANSFORMAR OU MESMO INOVAR AS TÉCNICAS ANTIGAS DE ENSINO.
O MEIO EDUCACIONAL POSSUI UM NOVO PERFIL, EM QUE INSTITUIÇÕES PÚBLICAS SE ESFORÇAM PARA SANAR AS DISPARIDADES EXISTENTES ENTRE AS CLASSES SOCIAIS, INVESTINDO EM AÇÕES PARTA ATRAIR JOVENS PARA O ESTUDO ,E NÃO SOMENTE PARA O TRABALHO,IMPEDINDO A DESISTÊNCIA ESCOLAR ESCOLAR .AO PASSO QUE ALGUMAS INSTITUIÇÕES PARTICULARES ABANDONAM O CARÁTER SOCIAL E DEIXAM DE FORMAR CIDADÃOS, PARA FORMAR VERDADEIRAS "MÁQUINAS DE PASSAR NO VESTIBULAR", POIS ESTE TRAZ MÉRITO Á ESCOLA.OS NOSSOS JOVENS TERÃO QUE TER MAIS ÊNFASE PARA O ESTUDO,NÃO SOMENTE PARA TER UM FUTURO PROMISSOR,MAS PARA SEREM COMPREENDIDOS COMO CIDADÃOS E DE VOZ ATIVA NA SOCIEDADE.
Prof.Rosangela Lobato

Unknown disse...

Não existe um formulário apenas para ser preenchido, quando o assunto é educação. É preciso levar em consideração os diferentes momentos históricos, essa transição deixa algumas lacunas, e são elas as causas involutivas da educação. Nesse processo há uma diferenciação de valores, princípios e objetivos. Alguns válidos anteriormente, atualmente ultrapassados. Isso deixa os jovens confusos, e vítimas do sistema, pois, apesar da facilidade quanto ao acesso à informação, tornou-se muito mais difícil educá-los. Na sala de aula é uma "guerra", onde se disputa um espaço com as mídias, as conversas paralelas e alunos desrespeitosos. Mas como fazer a diferença? Seria somar ou subtrair? Se fosse assim seria muito fácil, não acham? Talvez se houvesse uma política que realmente valorizasse a educação não só dos jovens, mas da sociedade em geral, uma conscietização dos pais, dos responsáveis por essa juventude, para que as próximas gerações tenham uma educação melhor.

Anônimo disse...

Historicamente as instituições de ensino aprendizagem são tratadas com descaso pelo governo brasileiro, hoje em dia o sistema de ensino passa dificuldades variadas desde a infraestrutura física até os equipamentos indispensáveis no funcionamento das instituições de ensino aprendizagem, passando por dificuldades desde o principio da elaboração dos projetos para o ano letivo. Os quadros dos docentes são geralmente incompletos, ao iniciar o ano letivo, fato este que faz com que nem todos os professores participem das formações pedagógicas, pois estas tem a obrigação de debaterem a escola da atualidade.
O avanço tecnológico esta presente na sociedade, pois cabe ao professor saber tirar proveito para a sua prática educacional. A contextualização precisa ser feita para a linguagem da atualidade, pois precisamos esta vivendo o avanço tecnológico ter conhecimento e controle sobre a prática deste.
Na sociedade atual em que vivemos, era da globalização, do avanço tecnológico temos que domínio sobre a utilização destes meios, pois somente assim é que poderemos fazer com que nossos alunos não sejam dependentes da tecnologia para pensar, calcular, e sim as utilizarem
Como meio para o seu avanço instrucional, para que possam ter maior abrangência ao conhecimento e uma melhor formação educacional.

Anônimo disse...

ADRIANO GONÇALVES
Historicamente as instituições de ensino aprendizagem são tratadas com descaso pelo governo brasileiro, hoje em dia o sistema de ensino passa dificuldades variadas desde a infraestrutura física até os equipamentos indispensáveis no funcionamento das instituições de ensino aprendizagem, passando por dificuldades desde o principio da elaboração dos projetos para o ano letivo. Os quadros dos docentes são geralmente incompletos, ao iniciar o ano letivo, fato este que faz com que nem todos os professores participem das formações pedagógicas, pois estas tem a obrigação de debaterem a escola da atualidade.
O avanço tecnológico esta presente na sociedade, pois cabe ao professor saber tirar proveito para a sua prática educacional. A contextualização precisa ser feita para a linguagem da atualidade, pois precisamos esta vivendo o avanço tecnológico ter conhecimento e controle sobre a prática deste.
Na sociedade atual em que vivemos, era da globalização, do avanço tecnológico temos que domínio sobre a utilização destes meios, pois somente assim é que poderemos fazer com que nossos alunos não sejam dependentes da tecnologia para pensar, calcular, e sim as utilizarem
Como meio para o seu avanço instrucional, para que possam ter maior abrangência ao conhecimento e uma melhor formação educacional.